05.06.2020
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4 futuros possíveis pós-pandemia

Man wearing VR goggles

Em um momento marcado por tantas transformações, o melhor a fazer é tentar substituir a incerteza por curiosidade e confiança. Essa é a orientação da futurista Amy Webb para as organizações, diante da pandemia de Covid-19. Fundadora do Future Today Institute (FTI), Webb não gosta de fazer previsões para o futuro, mas defende a análise de tendências como forma de se preparar para os desafios que vêm por aí. Confira alguns dos fenômenos que vêm ganhando força e devem se solidificar pós-coronavírus, a partir de insights do FTI, da McKinsey e do Board of Innovation.
 

1. Low touch economy

Hábitos reforçados durante o isolamento social devem se firmar pós-pandemia, impulsionando a chamada low touch economy, baseada em menos interações físicas. Estudo do Board of Innovation prevê a otimização do trabalho em casa, com novas ferramentas, procedimentos e políticas de segurança. O e-commerce também deve se solidificar, incluindo a sofisticação dos serviços de delivery e take out (com pontos de entrega para alimentos congelados, por exemplo).
 

2. A era da resiliência

A habilidade para absorver grandes choques e sair da crise ainda mais forte será crucial para enfrentar a pandemia de Covid-19 e seus impactos. Mesmo depois que as medidas de isolamento social começarem a diminuir, os negócios precisarão identificar novas formas de operar. Análise da McKinsey prevê que muitas empresas vão reavaliar suas prioridades e tratar a resiliência com a mesma importância que consideram custos e eficiência.
 

3. Futuro sintético

Esta década será sintética. É o que aponta o Future Today Institute (FTI) no estudo Tech Trends 2020. O robusto relatório traz 406 tendências para os próximos anos, com destaque para a evolução e popularização de versões sintéticas da vida. Em breve, estaremos produzindo em escala moléculas “on demand”, que influenciarão o desenvolvimento de vacinas e tratamentos médicos. A comida sintética também se tornará cada vez mais mainstream. E a Amazon já está até desenvolvendo “gêmeos digitais” de uma cidade nos Estados Unidos.
 

4. Economia movida pelo 5G

O FTI também prevê que interações e serviços digitais impulsionados pela pandemia devem ganhar ainda mais força com o 5G. Com a capacidade de conectar instantaneamente bilhões de dispositivos, a última geração de redes móveis vai transformar profundamente o transporte, a educação, os serviços financeiros, o entretenimento e a saúde. Espere grandes oportunidades em setores como automação residencial, transporte autônomo, streaming e telemedicina. Líder mundial quando o tema é 5G, a Verizon possui seis estúdios 5G espalhados pelo mundo, os 5GLabs, e continua a criar e antecipar o que vem por aí em tecnologia e conteúdo: no último Oscar, a companhia apostou no 5G para levar o red carpet da premiação para a Times Square, em Nova York, transformando os turistas que ali circulam em estrelas hollywoodianas. No Super Bowl LIV, em Miami, a Verizon e a NFL criaram uma experiência exclusiva para os clientes: ao se conectar pelo app NFL OnePass, os usuários puderam escolher por qual câmera assistir o jogo, além de interagirem com objetos criados via realidade aumentada durante a partida.

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