05.26.2020
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INSIGHTS: A nova face do consumo

person opening a box with a gift and a card

A transformação da maneira como consumimos e nos relacionamos com as marcas é um dos impactos mais imediatos e significativos da COVID-19. A pandemia do novo coronavírus vem antecipando fenômenos que se anunciavam para um futuro mais distante, e provocando empresas de todos os setores a repensar seus negócios.

 

Três pilares estruturam o novo perfil de consumo e devem guiar as estratégias e ações das marcas no curto e médio prazo: propósito, conveniência e segurança. Foi o que revelou um estudo realizado em abril deste ano, envolvendo 11 mil consumidores, de 11 países. Conduzida pelo Capgemini Research Institute, a pesquisa analisou a disrupção provocada pela pandemia sobre tradicionais hábitos de consumo. 


 

1. Propósito

Há uma expectativa de que as empresas façam sua parte para minimizar os efeitos da pandemia e contribuir para a recuperação da sociedade pós-vírus. Esse fenômeno fortalece um movimento que já vinha gradualmente ganhando força entre os consumidores: a preferência por marcas comprometidas com o bem estar da comunidade em que atuam e com a construção de um futuro sustentável.

 

Metade dos consumidores ouvidos pelo instituto revelaram que preferem comprar de organizações com propósito, que devolvem valor para a comunidade. Afirmaram, ainda, que essa não é uma preocupação momentânea, e deve se manter após a crise desencadeada pela COVID-19.

 

2. Segurança

Daqui por diante, as pessoas se tornarão muito mais preocupadas com higiene e saúde, e cobrarão mais das marcas nesse sentido. Entre os entrevistados pelo instituto, 62% revelaram que, depois da pandemia, vão optar por empresas mais confiáveis com relação às práticas de segurança sanitária. 

 

Numa perspectiva pessoal, na América Latina, essa tendência também se mostra bem acentuada. De acordo com uma pesquisa da Verizon Media na região, as vendas de produtos de limpeza para a casa cresceram 98% no Brasil e 34% no México, por exemplo. 

 

No que diz respeito especificamente às compras em lojas físicas, metade dos consumidores ouvidos pelo Capgemini esperam que as operações sejam realinhadas de acordo com as medidas de prevenção estabelecidas durante o surto de COVID-19, incluindo distanciamento físico e automação de operações.

 

3. Conveniência

Impulsionado pelas medidas de distanciamento social adotadas durante a pandemia, o comércio online vem sendo cada vez mais incorporado ao cotidiano dos consumidores – e deve se manter em expansão mesmo depois de vencermos o vírus. 

 

A pesquisa da Capgemini revelou que, durante a pandemia, 37% dos consumidores tinham um alto grau de interação com lojas online. No pós-vírus, segundo o estudo, a previsão é de que esse percentual chegue a 40%. Marcas que oferecem flexibilidade e segurança nos processos de compra, devolução e delivery são as preferidas pelos consumidores. 

 

Dados da Verizon Media também confirmam o crescimento do e-commerce durante a quarentena: as vendas nos sites de comércio eletrônico cresceram 18% no Brasil, 44% na Argentina e 38% no México, trazendo uma oportunidade singular para os players que atuam nesse canal. 

 

Quer saber mais sobre as tendências que estão moldando os consumidores e as marcas? Participe do webinar Muda o Mundo, Mudam os Comportamentos, que a Verizon Media realiza no dia 4 de junho. Clique aqui e se inscreva.

 

 

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